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Crescimento Sustentável

Por que precisa a Europa de um crescimento sustentável?

forex reviews info Excessiva dependência dos combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão) que torna os consumidores e as empresas vulneráveis a choques de preços prejudiciais e onerosos; ameaça a nossa segurança económica e contribui para o agravamento das alterações climáticas.

khanna forex pitampura A concorrência mundial em relação aos recursos naturais, aumentando a pressão exercida sobre o ambiente.

vinnande strategi binära optioner Alterações climáticas. Teremos de reduzir mais rapidamente as emissões de CO2 e tirar partido de novas tecnologias, como as energias eólica e solar e as tecnologias no domínio da captura e armazenamento do carbono.

my website Competitividade. A UE necessita de melhorar a sua produtividade e competitividade. Deve manter a dianteira em matéria de soluções ecológicas, especialmente atendendo à concorrência crescente da China e da América do Norte.

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Alguns dos objectivos da UE para garantir um crescimento sustentável:

avatrade test Reduzir em 20%, até 2020, as emissões de gases com efeito de estufa em relação aos níveis registados em 1990. A UE está disposta a aumentar essa percentagem para 30% se os outros países desenvolvidos assumirem compromissos equivalentes e se os países em desenvolvimento contribuírem de acordo com as suas possibilidades, no âmbito de um acordo de âmbito alargado à escala mundial;

helpful site aumentar para 20% a quota-parte das energias renováveis no consumo final de energia;
aumentar em 20% a eficiência energética.

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Como tenciona a UE fomentar o crescimento sustentável?

är det säkert att köpa Tadalafil pÃ¥ nÃà Mediante duas iniciativas emblemáticas:

http://www.tangotec.com/?sitere=ip-option-binarie&993=f1 Uma Europa eficiente em termos de recursos

segnali di trading opzioni binarie gratis Utilização mais eficiente dos recursos naturais
O que está em causa?

http://ekja.ee/?sekvoya=guida-trading-online-per-principianti Os recursos naturais – como o ar puro, a água potável, as terras aráveis e as populações de peixes – são fundamentais para a nossa qualidade de vida. Não podemos continuar a abusar deles como até agora.
O uso mais eficiente dos recursos traz benefícios económicos: cria emprego e contribui para o crescimento económico da Europa. Fazer mais com menos criará importantes oportunidades económicas para as empresas e os trabalhadores, melhorará a produtividade, reduzirá os custos e fomentará a competitividade.
Por isso, a UE incluiu a iniciativa "Uma Europa eficiente em termos de recursos" entre as sete iniciativas da estratégia Europa 2020 para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo.
Eficiência em termos de recursos naturais ©UE
Que finalidade pretendemos alcançar?

try this site Visão partilhada: a iniciativa pretende unir as administrações, os interessados e os cidadãos no apoio a uma visão europeia a longo prazo sobre o uso eficiente dos recursos.
Uma acção mais eficaz, graças aos esforços combinados de todas as partes.
Políticas bem fundamentadas em matéria de alterações climáticas, energia, transportes, matérias-primas, agricultura, pesca e biodiversidade, que tenham em conta a necessidade de eficiência e incluam instrumentos para supervisar os avanços.
Quem beneficiará e como?

Todos. A utilização mais adequada dos recursos pode ajudar a reduzir as alterações climáticas e a alcançar o objectivo de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 80 a 95% até 2050.
Empresas e consumidores europeus. Proteger o património ecológico como as terras aráveis e as populações de peixes ajudará a manter a qualidade de vida actual e futura. Reduzir a dependência das importações de materiais e combustíveis cada vez mais escassos permitirá à economia europeia enfrentar melhor o aumento dos preços da energia e dos produtos.
Países em desenvolvimento. A nível internacional, a maior atenção dada aos recursos ambientais comuns ajudará os países pobres a manter um abastecimento alimentar estável para as suas populações.
Porquê uma acção a nível da UE?

A utilização eficiente dos recursos é um problema internacional complexo. O esforço coordenado só é possível à escala da UE.
Próximas etapas

A Comissão apresentará propostas concretas de estratégias a longo prazo para melhorar a eficiência dos recursos em domínios como a energia, as alterações climáticas, o transporte e o ambiente. Além disso, convidará o Conselho, o Parlamento Europeu, os parlamentos nacionais, o Comité das Regiões, o Comité Económico e Social Europeu e outros interessados a emitirem pareceres.
Ligações úteis:

Sítio web da iniciativa "Uma Europa eficiente em termos de recursos"

 

http://redbottle.com.au/?desna=opcje-binarne-ebook&63b=14 UMA POLÍTICA INDUSTRIAL PARA A ERA DA GLOBALIZAÇÃO

Para que a Europa possa continuar a ocupar uma posição de liderança mundial, a indústria tem de estar em primeiro plano. É esta a principal mensagem da comunicação «Uma política industrial para a era da globalização» adoptada pela Comissão Europeia por iniciativa do Vice-Presidente da Comissão Antonio Tajani. A comunicação apresenta um conjunto de acções para estimular o crescimento e o emprego preservando e apoiando uma base industrial forte, diversificada e competitiva na Europa, que ofereça empregos bem remunerados e seja menos consumidora de carbono.

Nesta era de globalização crescente, a noção de sectores e indústrias nacionais está ultrapassada. São necessárias respostas políticas europeias coordenadas. A Europa precisa também de avançar numa perspectiva que tenha em conta toda a cadeia de valor, desde as infra-estruturas e matérias-primas até aos serviços pós-venda. A promoção da criação e do crescimento de pequenas e médias empresas deve estar no cerne da política industrial da UE. Além disso, a transição para uma economia sustentável tem de ser encarada como uma oportunidade para reforçar a competitividade. Só uma política industrial europeia centrada na competitividade e sustentabilidade permitirá reunir a massa crítica de mudança e coordenação necessária para ser bem sucedida.

Uma política industrial para a era da globalização ©UE


Dez acções estratégicas para a competitividade industrial europeia:

Um teste de competitividade (competitiveness proofing) explícito e aprofundado da nova legislação. O impacto de todas as propostas políticas na competitividade será devidamente examinado e tomado em conta.
Balanços da qualidade (fitness checks) da legislação em vigor, a fim de identificar as possibilidades de redução dos efeitos cumulativos da legislação, para diminuir os custos para as empresas europeias.
Apoio à criação e ao crescimento de PME, facilitando o acesso destas empresas ao crédito e a sua internacionalização.
Uma estratégia para reforçar a normalização europeia, a fim de dar resposta às necessidades da indústria.
Modernização das infra-estruturas e dos serviços europeus de transportes, energia e comunicações para responder com maior eficácia às necessidades da indústria, tomando devidamente em conta a permanente evolução da envolvente competitiva.
Uma nova estratégia relativa às matérias-primas, para criar condições sustentáveis de aprovisionamento e gestão das matérias-primas primárias nacionais.
Fomento da inovação sectorial mediante acções a desenvolver em sectores como as tecnologias de fabrico avançado, a construção, os biocombustíveis e os transportes rodoviários e ferroviários, com o objectivo de melhorar a eficiência na utilização dos recursos.
Resposta aos desafios das indústrias consumidoras intensivas de energia, através da melhoria das condições de enquadramento e do apoio à inovação.
Uma política espacial, a definir em colaboração com a Agência Espacial Europeia e os Estados‑Membros. A Comissão aplicará uma política para a indústria espacial, tendo como objectivo desenvolver uma sólida base industrial que abranja toda a cadeia de aprovisionamento.
A Comissão dará conta anualmente da situação em matéria de competitividade, políticas industriais e desempenho da Europa e dos Estados‑Membros.

check out here Contexto

A indústria europeia está a recuperar gradualmente da crise económica e financeira dos últimos anos e há motivos para acreditar na sua capacidade de vencer os desafios associados à evolução da envolvente empresarial mundial. Porém, os níveis da produção industrial estão ainda mais de 10% abaixo dos valores pré-crise, apesar da recente recuperação de quase 10%. A indústria transformadora emprega 25% dos trabalhadores do sector privado e os serviços relacionados com a indústria empregam outros 25%. Além disso, 80% de todas as actividades de investigação e desenvolvimento do sector privado têm lugar na indústria transformadora.

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